Comunidade Crescer

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Últimas atividades

andrea, meus filhos,meu mundo. andrea, meus filhos,meu mundo. deixou um comentário para FABIANA CAMARGO 9 minutos atrás
FABIANA CAMARGO FABIANA CAMARGO entrou para Comunidade Crescer 12 minutos atrás
cristiane ambrosina da silva cristiane ambrosina da silva adicionou um álbum: minha princesinha nicolli
minha princesinha nicolli
1 hora atrás
Claudia Duarte da Costa Claudia Duarte da Costa adicionou 2 fotos. Exibir fotos
Adoro mexer no computador com o papai Brincando no berço
1 hora atrás
Ricardo Cruz Ricardo Cruz adicionou 9 fotos. Exibir fotos
Modelo Carinha boa! Vamos passear? Papai coruja
1 hora atrás
Carla Martins Carla Martins adicionou 4 fotos. Exibir fotos
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1 hora atrás
andrea, meus filhos,meu mundo. andrea, meus filhos,meu mundo. adicionou 3 fotos. Exibir fotos
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1 hora atrás
Frankgerdany Frankgerdany adicionou 2 fotos. Exibir fotos
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1 hora atrás
Shela Juliana Pellegrini Shela Juliana Pellegrini adicionou 3 fotos. Exibir fotos
Pietra 047 Pietra 006 Pietra 018
1 hora atrás
andrea, meus filhos,meu mundo. andrea, meus filhos,meu mundo. deixou um comentário para Shela Juliana Pellegrini 1 hora atrás
Shela Juliana Pellegrini Shela Juliana Pellegrini entrou para Comunidade Crescer 1 hora atrás
Betania Araújo Betania Araújo respondeu ao tópico caspa??? 2 horas atrás
DEISE, mãe do DANILO S. RANGEL o perfil de DEISE, mãe do DANILO S. RANGEL mudou 2 horas atrás
Claudia Duarte da Costa e erlani araujo são amigos agora 2 horas atrás
Silvana Silvana deixou um comentário para Claudia mamãe da Gabrielly...Minha Vida... 2 horas atrás
Válery mãe do Lucas Válery mãe do Lucas deixou um comentário para Lais 3 horas atrás
 

Fotos mil

Outra novidade de Crescer. A partir de agora, suas fotos e vídeos podem ir parar no nosso site. Na seção, "O Bebê Mais Lindo do Dia de Hoje", todos os dias, uma nova criança será a escolhida. Quem sabe o seu filho não pode ser o bebê de hoje? Importante: não esqueça sempre de colocar o nome do seu filho!

Outra novidade

O vídeo do seu filho fazendo aquela gracinha pode ir para a seção "Seu Filho na Tela". Para isso, entre no nosso mais novo site especial: www.seufilhonatela.com.br, faça o upload do seu filho e espere. Ele pode ir para na home do nosso site. Gostou da idéia? Quem já postou aqui na comunidade está convidado a ir para lá e fazer um novo upload. Estamos esperando por você.

Fórum

caspa??? 2 respostas 

Iniciado por maria de lourdes lima. Última resposta de Betania Araújo 2 horas atrás .

Quantoi tenho que dar de água para o meu bebê 5 respostas 

Iniciado por Leticia Gutierrez. Última resposta de LUCIANA 4 horas atrás .

Vida Verde de uma Família Colorida

O Futuro do Presente

Uma nova loja de itens ecológicos: O Futuro do Presente.   São camisetas, bonés e sacolas de fibras de garrafa PET com algodão!   O melhor: brasileira!

Ler pra Crescer

Nunca, nunca é cedo para ler para eles!

  Eu tenho uma grande amiga que me hospedou por um mês no Estados Unidos e, por isso, vivi com ela muitos momentos importantes do dia-a-dia da filha, na época com seis meses. Um dos momentos que eu mais gostava de assistir, claro, era quando ela lia histórias para a filha. Os olhos atentos, o tom [...]

Blog da Aninha

Contação de histórias

Culpa de mãe à parte, confesso que me atrasei muito para tomar a iniciativa de levar o João para ouvir contações por aí. E há tantas, em livrarias, nos SESCs… No fundo acho que sempre acabava pensando que, como ele já tem muito isso na escola, o fim de semana seria mais divertido se fosse reservado [...]

Comer é um Barato

Guia de restaurantes online para quem tem filhos alérgicos. E a sopa da Barbie

Quem tem filhos alérgicos sabe o problema que é encontrar um restaurante que tenha pratos especiais para alérgicos a glúten, leite e etc. Uma empresa de consultoria científica lançou ontem, mundialmente, o site Special Gourmets. De qualquer lugar do mundo você pode acessá-lo e encontrar os restaurantes que atendem quem sofre com restrições alimentares. É [...]

Com um Bebê na Mala

Hasta la vista, baby...São quatro horas da manhã e a cabeça não pára. Preciso escrever para tentar...



Hasta la vista, baby...

São quatro horas da manhã e a cabeça não pára. Preciso escrever para tentar colocar alguma ordem e tranqüilidade nas idéias. Escrevo de Buenos Aires, uma cidade tão marcante, enquanto os meninos dormem. Dormimos com a varanda aberta, pois o calor é forte e a rua ainda está bastante viva. Terminar a nossa empreitada por aqui não podia ser melhor e agora confesso estar com um certo medo de voltar a enfrentar a dura rotina de viver em São Paulo. Apesar de termos grandes amigos e uma casa gostosa, com um clima bastante agradável, sabemos que é uma cidade bem difícil, especialmente quando se tem filhos. Por outro lado, novas perspectivas estão se mostrando para esse ano de 2008 e para a nossa estória. Só o fato de termos conseguido concretizar um antigo projeto já foi maravilhoso o suficiente para termos força e confiança de acreditar que os sonhos são possíveis. E falo isso sem muita demagogia ou idealismo, afinal quem me conhece sabe que sou um tanto prática e racional. Mas, acreditem, viajar com o nosso bebê foi a melhor coisa que podia ter nos acontecido. É fácil! Eles se adaptam muito bem em situações muito diversas. Claro que durante o caminho tivemos alguns sustos, mas poucos, que posso contar em uma única mão. Eu que gastei umas duas vidas... rrrrsssss No quase atropelo pelo jet ski no Caribe e depois no Uruguai, no dia em que alugamos a scooter(não contamos esse episódio para não preocupar os avós). Eu dirigi sozinha a motoca algumas vezes, foi tudo ótimo, até eu atropelar uma árvore e levar um tombo e vários machucados... Nada grave, mas o suficiente para o Fernando ficar preocupado e o João bastante assustado e chorar muito. Por sorte e mais uma vez proteção divina o meu alvo foi uma árvore, que me impediu de atingir uma família que descansava tranquilamente no gramado, numa tarde de sol, em frente a uma bonita praia de Colônia del Sacramento. E por uma intuição iluminada o Fernando não posicionou a motoca para uma movimentada avenida que havia em frente. Foi tudo muito rápido, ao dar partida acelerei sem nenhuma noção da velocidade que se podia alcançar... Enfim, não passou de mais um susto e muitos arranhões. Eu também não entendi o que aconteceu, afinal já tinha guiado antes numa boa, mas ao perceber o choro forte do João levantei correndo e rindo, de nervoso talvez, para ele ver que eu estava bem. O Ferdinando e a família que estava em frente não entenderam nada. A família foi logo se afastando e os “meninos” vieram rapidamente me ajudar. Mais uma estória que agora vira piada durante esse tempo na estrada. O que mais importa é que conseguimos e agradecemos muito por isso, diariamente. Foi bem difícil tomar a decisão de partir rumo à realização de um antigo sonho. Ainda mais com o nosso pequeno tripulante. E agora que já estamos em casa, no nosso conforto, percebo como foi maravilhosa a coragem que tivemos no momento em que embarcamos para Santiago sem muito roteiro, programações, reservas ou muito tempo estipulado. Pudemos viver talvez a experiência mais rica em família, juntos, enfrentando desafios diariamente, aprendendo com eles, percebendo a sabedoria do João ao reagir com muito bom humor diante das mais variadas dificuldades, tendo fé e acreditando que é realmente possível concretizar objetivos que muitas vezes se perdem no meio da correria e da eterna pressa que é inerente às grandes cidades e principalmente a São Paulo, onde moramos há oito anos. Em todo esse tempo dividimos a imensa vontade de viajar por aí, pela América do Sul e por outros continentes. Quando o João nasceu coincidiu, pela primeira vez, de estarmos os dois mais disponíveis, já que estávamos trabalhando como free-lancers. Ao mesmo tempo havia mais um integrante na bagagem e talvez um possível complicador - nosso bebê. Pensamos muito, conversamos e ouvimos muito o querido pediatra do João, que sempre insistiu no discurso de que ele era o nosso mais novo companheiro e que ficaria bem onde estivesse desde que tivesse o nosso amor, cuidado e a nossa presença. Ele sempre nos incentivou e nos transmitiu muita segurança. Nada de muitas complicações para lidar com o nosso João; tentava sempre nos mostrar que era simples lidar com esse mundo novo que estávamos aprendendo a conhecer, mesmo no começo, quando ainda era mais difícil decifrar os códigos de comunicação com o nosso pequeno. Além disso, tivemos o enorme apoio dos nossos pais e amigos, que apesar da saudade que já estavam sentindo, nos ajudaram absurdamente e acreditaram na gente, muito importante! As avós Ana Maria e Maria Helena, então, não tenho nem como descrever a imensa doação a que se dispuseram para nos ajudar nos meses em que preparamos a saída de Sampa. As duas moram em outros estados e vieram e amaram o João da forma mais sincera e completa que um neto pode ter. Muito privilégio! E junto a tudo isso tinha o nosso projeto, o sonho, o desafio, a aventura, o desejo, a coragem, a disponibilidade, a confiança, o(s) medo(s), a força..., muitos sentimentos envolvidos. Mas sobretudo a perspectiva de que podia dar certo, a clareza de que o momento era aquele, a nossa união, que equilibrava todas as angústias e ajudava a continuar o movimento e a preparação para ficarmos alguns meses fora. Afinal, nem seria tanto tempo assim, apenas alguns meses... E talvez os melhores da nossa estória em conjunto. É engraçado e já conversamos muito sobre isso – no Brasil os pais param suas vidas depois que os bebês chegam. Se adaptam ao bebê e não vice-versa. Não saem de casa, não viajam, não isso, não aquilo, enfim, acabam boicotando suas próprias vidas. Lógico que a vida muda e tem que mudar depois dos filhos (não estou incentivando a irresponsabilidade). Mas tudo é bem mais simples, complicamos demais... Enfim, não vou entrar em nenhuma discussão, a questão não é essa, mas hoje vejo como nosso filho é feliz, sociável, saudável e simpático (como todos diziam durante a viagem) mesmo sem ter sido submetido a tantas regras, dogmas e procedimentos desnecessários, que estão aí há tantas gerações (liberdade aos bebês!). Durante a viagem confesso que pensei várias vezes em desistir e voltar correndo, principalmente quando enfrentamos dificuldades com a alimentação do João. Fiquei bastante preocupada e questionando se o que estávamos fazendo era correto ou egoísta, mas chego à conclusão que foi muito enriquecedor para todos nós. As adversidades deixaram de ser empecilhos para se transformar em muito aprendizado e, por incrível que pareça, nos fortaleceram. Enfrentamos situações de temperaturas negativas (-8 graus no trajeto do Atacama ao Salar de Uyuni) a quase 40 graus no Caribe, experimentamos comidas as mais diversas, conhecemos pessoas as mais diferentes – costumes e culturas completamente distintos dos nossos, fizemos viagens em todos os meios de transporte possíveis – avião, carro, jipe, ônibus, van, barco, lancha, trem, caminhão etc, passamos por estradas de terra, asfalto, com milhões de curvas, por lugares que não conhecíamos e que tínhamos alguma idéia do que encontraríamos, mas pouca (através do nosso guia de viagem, que foi um excelente parceiro) e, claro, sempre sem reservas em pousadas, hotéis, afinal nosso roteiro foi extremamente flexível. De acordo com o que acontecia alterávamos os caminhos ou não. Ainda poderia listar mil variáveis durante o nosso roteiro, mas o que importa é que mesmo diante de tantos contextos inusitados o nosso João reagiu superbem, se adaptou e com certeza cresceu. Enfim, pode parecer uma tremenda maluquice, mas a questão é que funcionou da melhor forma possível, deu tudo absolutamente certo, graças a Deus, e ao final de tudo vimos como é possível e maravilhoso e rico todo esse conhecimento e toda essa vivência que obtivemos simplesmente porque tivemos coragem de sair. Tenho certeza que esses quatro meses e meio enriqueceram em muito a vida do João, na sua maneira de se comunicar, de se abrir diante de tantas diferenças com uma pureza e inocência características dos bebês, que sequer correm o risco de serem contaminados por preconceitos ou padrões. Sua estória se confunde em muito com a da viagem, afinal seu primeiro ano foi comemorado na Bolívia, seus primeiros passinhos no Peru, seu primeiro banho de chuva no Equador, começou a caminhar mesmo na Colômbia e a primeira vez que andou sozinho pelas calçadas foi em Buenos Aires. Foram oito países durante todos esses meses; rodamos por quase toda a América do Sul. E agora, já em casa, nos resta continuar sonhando com novas possibilidades. Ficaram as estórias e as melhores lembranças. E enfrentamos nesse momento a readaptação à nossa realidade. Sabemos que tem muito a ser construído e com amor fica ainda mais fácil. O João, ao chegar aqui, reconheceu rapidamente seu espaço e ficou superinquieto, redescobrindo todos os cantinhos, seus brinquedos, seu quarto, os móveis, os ambientes. Quase desmontou nosso apartamento em alguns poucos minutos. Ficou elétrico e excitado. Ainda no aeroporto, em Guarulhos, já teve sua primeira bela surpresa – sua avó Maria Helena que saiu do Rio para nos encontrar e buscar. Foi assim na saída e na chegada, difícil ter uma recepção mais especial... Ele ria o tempo todo para ela e observava absolutamente tudo, nada escapava ao seu olhar, acho que estava entendendo que estava de volta à sua cidade. Engraçado... E a partir de agora vai enfrentar uma nova etapa em sua vida – a escola, os novos amigos, estímulos, aprendizados..., aos poucos vai se movimentando e cavando seu próprio espaço, suas escolhas, sua estória. Sei que ainda é cedo, mas sei também, e a cada dia que passa reforça ainda mais a idéia, que ele está aqui para viver sua vida, para o mundo e não para nós, os pais. E a gente vai tentar aprender mais e mais com tudo isso, com as novas fases dele, com essa troca que é tão grande e tão incrível, que me faz questionar quase que diariamente como foi possível gerar um serzinho tão especial e “perfeito”... Como já ouvi sabiamente da Ma, “essa ficha ainda vai continuar caindo por toda a nossa vida”... Mas agora nos resta ter muita fé, mais uma vez, muita paciência e a tranqüilidade de saber que quando estivermos prontos novamente poderemos embarcar em mais uma empreitada. Saibam que viajar pela América do Sul é mais barato que rodar o Brasil ou viver em São Paulo. Por incrível que pareça, gastamos menos para comer, com hospedagens e transportes do que estamos acostumados a pagar aqui. Na verdade, não se precisa de muita coisa para viajar, quase nada, pouca roupa – pois grandes malas só atrapalham e geram mau humor no meio do caminho –, dinheiro suficiente para sobreviver com simplicidade e dignamente, mas sem luxo ou, então, é melhor ir para um resort por aqui – temos tantos, não é mesmo?, e sentimentos como coragem, fé, disposição, improviso..., tudo que já falei anteriormente. Ficamos fora durante quase todo o verão. Estranho pensar que não estivemos presentes em tantas datas importantes nesse fim de ano. Estranho agora pensar na volta, apesar de já estarmos fisicamente aqui. O melhor conselho de uma grande amiga do coração foi estar aberta para tudo que acontecesse pela frente e realmente é um grande desafio, requer muito improviso, mas é o melhor a ser feito quando não se pode ter controle de tudo que acontece. E na verdade, quem tem controle, quando? Foi muito bom também dividir toda essa nossa rica experiência com todos vocês. Muito bom receber tantos comentários lindos de amigos, da nossa família e de tantas pessoas que sequer conhecemos. Saibam que nos ajudou e nos fortaleceu em momentos difíceis. Algumas pessoas nos disseram até que estão querendo viajar com suas crianças depois de ler o blog, que bom! Todos que encontramos pelo caminho foram extremamente solícitos e gentis com o João. Os bebês têm esse poder de encantamento, pois é tanta pureza e doçura que fica difícil resistir... Em todos os menores vilarejos que passamos pudemos comprar frutas para o nosso pequeno e sempre nos ofereciam cuidados especiais para ele, além de termos cozinhado em diversos hostels que ficamos. Claro que não tínhamos o conforto e a estrutura que temos em Sampa, mas não faltou nada para o nosso pequeno viajante. A maior dificuldade que tivemos com ele foi em relação ao interesse por comidas. Ele sempre preferia as mamadas e muitas vezes rejeitava as diversas refeições que oferecíamos. Penso que seja natural essa adaptação na vida desses serzinhos tão pequenos que chegam ao mundo com tanta coisa para aprender e absorver. Sofri um tanto com isso. Mesmo em São Paulo antes de viajarmos já enfrentávamos essa resistência do João, que ora aparece e ora nos surpreende comendo vorazmente... De algum tempo para cá ele tem comido bem melhor, faz todas as refeições e mama normalmente de manhã cedo e à noite antes de dormir. E com isso tem dormido a noite praticamente inteira; acorda para mamar depois de seis de manhã, uma dádiva... Ainda o amamento, agora com um ano e quase quatro meses, mas percebo que o meu leite já não é mais suficiente para satisfazer sua fome há algum tempo e, claro, para as suas necessidades de crescimento. Mas a troca de carinho e amor que temos durante a amamentação é muito única e especial! Estamos vendo dia após dia como ele está crescendo, ficando forte, esperto, bochechudo e amável com todos que encontra pela frente. Aprendemos muito com ele nesses meses. Na verdade, sempre, mas durante essa viagem a troca foi muito intensa e muitas vezes ele que nos impulsionou a seguir em frente, com seu bom humor, sorrisos, olhares doces e abraços deliciosos. Ele sabe também que é um privilégio enorme ter esse tempo disponível com seus pais no seu primeiro ano de vida e retribui o tempo todo. E agora chegou o momento de voltar. Por mais que seja forte a vontade de querer continuar na estrada, explorando tanta coisa que ainda está por vir e acontecer, também sentimos uma forte saudade das nossas raízes, da nossa família, dos amigos, da casa, das plantinhas e, como qualquer pessoa, temos que trabalhar e assumir uma série de compromissos diários. O João vai entrar na escola e sei que será outro momento importante em sua vida, novos amigos, aprendizados, organizações, comida caseira, passeios à pracinha, um ritmo mais normal. E sabemos também que o mais importante foi feito da melhor maneira possível e agora quem sabe novos projetos virão? Estamos nos readaptando à nossa rotina, mas com a cabeça tranqüila por compreender que dedicamos esse tempo para viver juntos, nada muito além disso, viver! Os sonhos continuam... E eu que achava que sonhar era coisa da época de faculdade... Bem, vou ficando por aqui, já é tarde, já escrevi demais, mas antes quero agradecer a todos vocês que “viajaram” com a gente, foram tão carinhosos, escreveram tantas coisas lindas, vibraram, participando de tudo... Vamos ficar com saudade desse blog, um canal de comunicação tão gostoso e direto, mas quem sabe, em breve, vocês não poderão acessar nossa nova expedição por outros cantos??? Afinal, ainda há continentes a serem explorados com o nosso aventureiro João... Aguardem!
Beijo grande e até, Ana Paula, Fernando e João.


Ps: Quem quiser ver mais fotos da viagem é só dar uma olhada no flickr do João:
http://www.flickr.com/photos/joaomartinho
e podem falar conosco diretamente no nosso email: paiva.ana@terra.com.br e fer.martinho@terra.com.br



 
 

© 2008   Criado por Grazi Salomão

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