Comunidade Crescer

Oi, pessoal,
Tudo bem?
Mais uma pergunta para a seção Funcionou Comigo, desta vez, de fevereiro. A filha de Silvia está com ciúmes do imrão caçula. Isso aconteceu na sua casa? Tem algum conselho?

Sua resposta pode ser publicada na revista. Por favor, coloque seu nome completo e idade, bem como do seu filho.

Segue a pergunta!
“Minha filha Talita foi uma criança dócil e tranquila até o nascimento do irmão Tiago. Agora, briga por tudo, é desobediente e não há um dia em que não fique de castigo. Já tentei de tudo: passear com ela, chamá-la para ajudar a cuidar do caçula, dar presentes... Estou abalada com essa situação, pois não gosto de brigar com meus filhos. Não sei como lidar com isso!”
Silvia Martins Cerqueira, mãe de Talita, 3 anos e meio, e Tiago, 9 meses


Obrigada!

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Respostas a este tópico

Oi Silvia, tenho duas filhas com idades bem próximas (1 ano e meio de diferença) e meu conselho é que você não ponha sua filha de castigo todas as vezes. Acho que isso vai aumentar os ciúmes do irmãozinho. Provavelmente ela está fazendo essas coisas pra chamar a sua atenção. Presentes também não funcionam: a alegria de receber um presente é passageira: recebeu, abriu, brincou, cansou. O principal é ter paciência acima de tudo, e procurar colocar-se no lugar dela. Não é fácil pra ela que sempre foi filha única de repente ter de dividir a mamãe, a casa e tudo mais. Quando a Luana nasceu, a Luiza era bem pequena. E pra piorar a situação, a Luiza teve catapora bem no dia em que voltamos da maternidade! Fiquei muito triste, ainda mais porque o médico disse que teríamos que nos separar (era véspera de natal). Mas depois, consultando outro médico, ficamos mais tranqüilos e não precisamos nos separar. Bastava tomar alguns cuidados. No fim das contas foi melhor, porque a Luiza acabou se acostumando ao bebê aos poucos, já que não podia vê-la o tempo todo, e quando eu ia para a sala, cuidava só da Luiza. Enfim, o principal é você ter um tempo só com ela, sem o bebê. Deixe-o com outras pessoas - avó, pai, tia coruja... - por algumas horas, isso fará bem a ele, a você e principalmente à sua filha.

Vânia Maria Batista 25 anos. Mãe da Luiza Elena, 3 anos e da Luana 2 anos.

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Oi Silvia.. olha tenho uma amiga que passou pela mesma situação. Tinha uma filha já com 7 anos e veio a caçula que hoje está com 10 meses. No caso dela ela conseguiu resolver a situação depois de conversar muito com amigos e descobrir uma maneira bem fácil de fazer a irmã amar a bebezinha. Ela simplesmente fez a irmã se tornar vamos dizer responsável pela caçula. Fazendo ela se sentir importante para a mãe e para a irmã, util em casa entende. Dizia a ela que a irma era muito pequena e que ela tinha que ajudar a olhar, dava tarefas para ela como: "Duda pega aquela fralda para mim", "olha se sua imã está dormindo", "ajuda mamãe a dar banho em Maria Fernanda", essas coisas que sao corriqueiras do dia a dia de uma mãe. E sempre no final das tarefas sorria e dizia: "Muito obrigada filha, o que seria de mamãe sem sua ajuda", "Parabéns meu amor, muito obrigada". Entende, ela se sente o máximo em poder ajudar e sempre ta ali do ladinho dela observando a mae e querendo fazer o mesmo, hoj já da ate banho na pequena sozinha. E converse muito com as visitas, para jamais ficarem comparando os dois, dizendo coisas como: Nossa o Tiago é assim já a Talita não.. e coisas tipo isso. E sempre pedir para dar atenção a Talita também, dizer coisas como: Olha Talita seu irmaozinho precisa muito de você, nossa Talita ele se parece muito quando você era bb como ele..~Jamais a deixem esquecida, faça ela ver que ela também já teve mimos e foi um bb um dia.

Viviane Magalhães Azevedo, 24 anos. Mãe de Camila de 01 ano.

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Oi Silvia eu tenho 3 filhos de idades diferentes Stephany 9, Breno 4 e Raphael 2 anos, e aqui em casa eles tem ciumes um do outro sim, acho isso uma reação normal entre os irmãos pois eles querem competir em tudo desde a atenção pela mãe,pai, avos, tios, ate por presentes, vou dar um exemplo que aconteceu a pouco tempo: Estamos participando do amigo secreto e Breno de 4 anos recebeu o seu presente, Raphael de 2 anos queria o mesmo carrinho que ele ganhou, começaram a brigar, se bater e Rafa acabou mordendo o braço dele......Minha mais velha tb tem ciumes dos irmãos aqui se comprar uma roupa para um os 3 devem ganhar senão eles comentam por que so ele, vc gosta mais dele?
Eu como mãe contorno a situação explicando que cada um tem sua idade, os 3 são diferentes e que amo muito cada um deles e que eles tb são 3 irmãos que se amam muito e tb explico que os mais velhos devem sempre defender o menor em qualquer situação que seja.....
Então amiga faça com que ela sinta ser a irmãzona mais velha, que protege, que cuida, e que ama muito o irmãozinho , faça ela sentir-se imporatnte em cuidar dele que esta fase passa rapidinho...
Beijos e boa sorte...
Alessandra Ruiz , 34 anos, mãe de Stephany 9 anos, Breno 4 anos e Raphael 2 anos

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Meu filho tem 4 anos e minha filha 10 meses, quando ela nasceu, quase enlouqueci, ele não queria ir pra escola, só queria tomar banho na banheira dela, imitava neném, se negava a fazer xixi, cheguei ao ponto de leva-lo ao médico pois ele segurou tanto o xixi que teve até febre. Com muita conversa e calma, principalmete, aos poucos foi passando, tente dar mais atenção ao mais velho e mostre a ele que ele é tão importante quando o mais novo, vc vai ver, com o tempo tudo se encaixa. bjos

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oi,meu nome é Paloma de Aguiar Coelho, tenho dois filhos: a Heloísa de dois anos e sete meses e o Vinicius de nove anos. Quando a heloisa nasceu o Vinicius estava com sete anos,e claro sentiu-se trocado pela princesinha que acaba-rá de chegar, no começo foi difícil, pois ele não queria ir para escola, tornando-se desobediente e arteiro,qualidades que ele nunca possuio.Como pedagoga apelei para o dialogo juntamente com apelos de ajuda para cuidar dela, cheguei dar ela no colo dele enquanto eu lavava roupa, para que ele senti-se importante dentro daquele novo contexto. Na escola as professoras conversavam frequentemente com ele, no começo ele se manteve persistente mas com o passar do tempo se rendeu aos encantos da irmanzinha e hoje mima ela mais do que a gente, tudo é uma questão de paciência.

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QUANDO SE TEM UM FILHO, APENAS, NOSSO MUNDO GIRA EM TORNO DESTA CRIANÇA,RECEBE CARINHO,AFETO E TUDO QUE SE PUDER DAR NAQUELE MOMENTO DE NOSSAS VIDAS,COM A CHEGADA DE UM IRMÃOZINHO TUDO MUDA. JÁ A COMEÇAR PELOS SINTOMAS E DESCONFORTOS QUE SEGUEM JUNTO À GESTAÇÃO QUE PODEM AFASTAR UM POUQUINHO O PRIMEIRO FILHO,AS CONSULTAS AO OBSTETRA,OS ENJOOS,O ENXOVAL,POR MAIS QUE SE TENTE FAZER COM QUE A CRIANÇA PARTICIPE DE TUDO ISSO,QUANDO UM NOVO BEBÊ CHEGA,É TUDO DIFERENTE,A MAMÃE,ANTES SÓ DELE,FICA FRÁGIL,TEM QUE DAR MUITA ATENÇÃO AO NOVO BEBEZINHO,A ROTINA MUDA,E UMA CRIANÇA NÃO ENTENDE TODO ESSE PROCESSO COMO ENTENDE UM ADULTO COMO A MAMÃE E O PAPAI,OS CIÚMES SÃO QUASE QUE INEVITÁVEIS,APARECEM E CABE AOS PAIS LIDAREM COM ISSO COM A MAIOR NATURALIDADE QUE PUDEREM,O NOVO BEBÊ MERECE A ATENÇÃO QUE PRECISA,MAIS O PRIMEIRO FILHO TAMBÉM,CABE ENTÃO AO PAPAI DIVIDIR COM A MAMÃE AS OBRIGAÇÕES,CADA UM FICA COM UM,E TODO MUNDO FICA JUNTINHO,FAMÍLIA UNIDA CRESCE FELIZ!!!

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Meus filhos tem praticamente a mesma idade dos seus e aqui em casa a situaçao era muito parecida com a sua. Fui orientada pela Pediatra dos pequenos da seguinte forma: agir de forma natural com ambos, sem demonstrar preferencia,mesmo que no inicio o bebé precise de maior atençao; procurar integrar o mais velho quando se faz algo com o pequeno, por exemplo, ajudar na troca das fraudas, ou no banho. Se no momento da papinha ela quiser algo que nao for possivel, explicar-lhe que,apenas terminado voces farao alguma coisa juntas sozinhas. Precisa escolher uma atividade que seja agradavel à criança. Por exemplo, se a primogenita ama ajuda-la na cozinha, se promete que depois poderà ajuda-la a preparar o jantar, ou um bolo. Desse modo a criança saberà que depois terà toda a sua atençao.O importante é nao transcurar em nenhum modo o seu Amor por ela e faze-la sentir-se importante na dinamica familiar.
*ps: a falta de alguns acentos se deve à formataçao do pc(italiana)

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Olá Silvia, estou passando exatamente pela mesma situação que você. Tenho uma filha de 3 anos e 11 meses, chamada Giovana e uma de 6 meses chamada Manuela. A Giovana sempre foi calma, super comportada, obediente e sempre foi elogiada por todos, porém depois do nascimento da Manu ela se transformou. Passo quase que o dia todo chamando a atenção dela, ela chora por tudo, diz que eu não a amo, que agora a minha filha é só a Manuela, e muitas outras coisas do tipo. Comecei a pensar em alguma coisa pra mudar esse comportamento e passei a elogiar sempre tudo o q ela fazia de bom, deixava um pouco a Manu com a minha mãe e ia ao shopping com ela ou sentava com ela no quarto pra brincar enquanto a menor dormia. Na hora do banho perguntava se ela queria passar o xampu ou sabonete da irmã ou o dela e assim foi melhorando, fui fazendo com ela visse que o que era de uma, era da outra também, inclusive EU(a mãe)...rsrsrsrsrs. Hoje tudo está muito melhor e muito mais tranquilo.

Maria Luiza Knoller. Mãe da Giovana, 3 anos e da Manuela, 6 meses.

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Meu filho Vittorio tinha 1 ano e 8 meses quando o Giovanni nasceu. De início, quando cheguei em casa com o bebê, ele tinha ciúmes, mas ao invés de se tornar agressivo, ele ficava era triste. Se isolava pela casa quando via, principalmente, o pai com o irmão. Aos poucos ele deixou de se isolar e tentar se exibir, com isso, algumas vezes ficava bem desobediente. Mas era nítido que queria buscar a atenção nos momentos em que o caçula mais estava precisando de cuidados. Nossa tática foi demonstrar ao Vittorio que nesses momentos o irmão precisava da mamãe ou do papai, ma que logo depois a atenção era dele. Mesmo ele sendo pequeno, eu tentava sentá-lo, pedir sua atenção e meio que explicar isso pra ele. No início tivemos que ter um grande jogo de cintura, prover ao menor os cuidados necessários como ficar limpo, alimentado... e nos outros momentos direcionar toda a atenção ao maior. Aos poucos o ciúme foi se dissipando e hoje ele ADORA o irmão mais novo. Quando ouve o barulhinho do bebê logo grita "Mamãe o Gi abodô" (quer dizer que o irmão acordou) e sai correndo, feliz, para brincar com o irmãozinho. Se o menor chora, ele passa a mãr na cabeça dele e fala "Gi, não chora, Gi." Traz brinquedos, faz gracinhas... e o caçula tb o adora! Chega a gargalhar quando vê o irmão pulando e correndo! Hoje Giovanni tem quase 5 meses e o Vittorio 2 anos e 1 mês... Foi preciso MUITA paciência, muita conversa, explicação... chorei muitas vezes de nervoso... mas valeu todo o esforço. É nítido hoje que os dois se gostam, apesar das idades tão tenras. Tente isso, converse com a mais velhas, uma, duas, cem vezes a mesma coisa... e demonstre tudo isso na prática. É cansativo, tem dias em que vc vai achar que nunca vai dar certo... mas aqui em casa deu :o)

Ana Paula Consolino. Mãe do Vittorio de 2 anos e do Giovanni de 4 meses.
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Olá amiga vivi uma situação parecida.
Tenho duas meninas ,Anna lara de 4 anos,e Maria Eduarda de 2 anos e cinco meses.
Quando engravidei de Maria Eduarda sofri muito ,a mais velha era novinha demais,
era a princesinha da casa ,tudo só para ela .Na época foi complicado ,estava fragilizada
todos queriam opnar e acabavam atrapalhando,até mesmo para eu entender e aceitar
essa chegada por mais que eu gostava mas era confuso chorava de ver.Imagine para um bebê
de apenas 1 ano e cinco meses.Ele mordia e batia em todas as crianças até mesmo na recém nascida.
Mas não entendia nada,com o passar dos dias aprendi a lidar com ela,comecei a mostrar meu amor,
o qnto ela era especial,a colocá-la no colo.
As pessoas de fora não percebem que o mais velho tbém precisa de atenção .
Começam a paparicar o bebezinho lindo e se permitirmos estraga o filho maior.
Então na minha opnião temos que vigiar chamar a atenção das pessoas para o maior mostrar que ele existe
e que tbém élindo não permitir que seja excluído,porque se aceitarmos isso vamos permitir que a criança
cresçla se sentindo rejeitada.
Hoje graças á Deus minha filha mais velha sabe que é muito importante e sempre será minha princeza ,ensinei as pessoas a tratá-la como tal ,porque primeiro tem que vir de mim que sou a mãe.E o mais importante elas se amam muito são muito unidas e descobri que cria-las com pouca diferença de idade é bem melhor assim serão unidas aprenderão a dividir tudo e crescerão amigas....

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Oi querida! Vc tirou de mim as palavras que uso! As pessoas têm mania de ficar paparicando o bebê e esquecer o maior, que, no nosso caso, não é tão maior assim a ponto de entender tudo isso. Eu fico doida da vida quando isso acontece! Busco reprimir essas atitudes de qualquer maneira, não suporto sequer imaginar que meu Vittorio fique se sentindo menor do que o irmão. Passo o dia todo dizendo à ele o quanto eu o amo, o quanto ele é importante! Beijos em vcs!

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Oi Silvia, tenho dois filhos o Matheus de 3 anos e Guilherme de 1 ano e 6 meses, isso também aconteceu comigo, o Matheus fez tudo isso e mais um pouco, e fizemos de tudo também, até que um dia resolvemos (eu e meu marido) ignorar e a encarar todo esse ciúme como uma coisa normal, tentei dia a dia fazer as coisas com os dois e JUNTOS nunca separados, tudo: brincar, fazer compras, ir a casa da avó, toda atenção passou a ser voltada aos dois iguais, e hoje o Matheus ainda tem um pouco de ciúme, mas nada comparado ao que era antes. Hoje ele até briga pelo irmão, é lindo.

Milena Boni e Silva, 31 anos, mãe do Matheus e do Guilherme
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